11 ago, 2017

Sobre o Manifesto do Google

11 ago, 2017

Semper Viri, irmãos.

Raramente escrevo sobre reportagens, politicagem e ideologismos, mas um assunto está vindo a tona e ele encaixa perfeitamente sobre o que colocamos em pauta veemente. Nas últimas semanas um funcionário da Google disponibilizou um Manifesto, chamado de “A bolha ideológica do Google” contra as políticas de ampliação da diversidade na empresa. Em tempos modernos onde a ideologia de gênero e pensamentos pós-modernos surgem das mais altas fontes de influência, trabalhando para alterar/permanecer o status quo daquilo que considera conveniente, vemos em primeira mão, o descontentamento de um funcionário que se opôs a tal ideologia igualitarista que tanto recriminamos.

Em suas palavras:

“As mulheres, em média, têm mais abertura voltada para sentimentos e estética em vez de idéias. As mulheres geralmente também têm um maior interesse pelas pessoas e não pelas coisas, se comparadas aos homens.”

“Essas práticas são baseadas em falsas alegações geradas por nossos preconceitos e podem, de fato, aumentar as tensões de raça e de gênero. Nós fomos alertados pelo gestor que o que estávamos fazendo era o correto do ponto de vista moral e econômico, mas, sem evidências, isso é apenas ideologia de esquerda velada que pode causar danos irreparáveis à Google.”

“Estou simplesmente afirmando que a distribuição de preferências e habilidades de homens e mulheres difere em parte devido a causas biológicas e que essas diferenças podem explicar por que não vemos a representação igual de mulheres em tecnologia e liderança.”

Todos aqueles que nos seguem entendem que tais preceitos definidos por ele partem de uma premissa parecida com o que defendemos no CDH. A investida do feminismo, ideologia de gênero e outros ideologismos trabalham numa forma que objetifica uma mudança cultural que ora atenta contra uma naturalidade do seres, ora obriga a uma individualização máxima do ser perante a ideia igualitarista como se todos fossem capazes e iguais, entretanto, sabemos que assim como na natureza, que repudia a ideia de igualitarismo, os homens e mulheres, onde por mais que trabalhem em conjunto, ou que estimulem tal ideal, trabalharão de formas diferentes. Existe uma grande distinção entre homens e mulheres, seja a forma de sociabilidade, comportamento, físico no qual encontra-se uma diferença de mais 1500 genes que envolvem nossos gêneros(link), e que podem ser incluídos nessa tal diferença, questões comportamentais que são deterministas geneticamente como forma de instinto, produção hormonal e afins. Os gêneros masculino e feminino trabalham de forma conjunta afim de aflorar a harmonia social e progresso demográfico, tais valores e questões podem levar a uma série de coisas onde homens são mais aptos e mulheres mais aptas em diferentes áreas

É sabido que homens são naturalmente mais fortes e se saem melhor em situações de risco e pressão, talvez pela a questão do homem ser mais apto ao confronto físico e tais atributos favorecem quando se encontra numa situação de vida ou morte num confronto direto. E isso está longe de ser um discurso de superioridade, mas de uma questão lógica, intuitiva e científica, que ora sabíamos o nosso papel como homem, que era o dever inerente de ser dispensável e estar sujeito a sacrifício para a segurança das mulheres e crianças, mas que, infelizmente, o esquecemos por completo. E por isso os machos carregam o fardo da sociedade patriarcal aplicada diretamente em suas costas. É aquele que precisa agir, que precisa prover, que precisa se portar como tal. Tem deveres cívicos bem mais intensos que a mulher justamente por ser portador de tais habilidades inócuas. As grandes mudanças sociais da era contemporânea nada engradeceram o homem, e sim, o direcionaram a um abismo sem fim de amargura e infelicidade sem precedentes. Detínhamos de tais verdades naturais e óbvias, mas eles renegam o óbvio, forçam o irrisório, fictício e infantil. Transsexualismo travestido de causa apenas denota um distúrbio psicológico, e esconde de forma vil algo danoso e anti-civilizacional. A taxa de suicídio entre heterossexuais é de 4%, em transexuais de 40%. Sem mencionar que mais de 70% deles sofrem de depressão e algum outro distúrbio mental, fora a disforia de gênero.

“A paz é para as mulheres. Impérios são forjados pela guerra”. (Agamenon)

O antropólogo David. Gilmore. que estudou mais de 700 culturas diferentes traça um padrão entre eles e chega a conclusões de que quanto mais repressivo casto for a sexualidade, e a dualidade no papel da sociedade pelo os gêneros feminino e masculino é quando a sociedade chega em seu apogeu militar, social, cultural. Esse declínio sexual, onde ocorre a degeneração pura, como o que aconteceu com Grécia, Roma, China Feudal e outros. Que em suas fundações eram cidades extremamente religiosas e deveras casta e regulada na sexualidade, se corrompem e acabam institucionalizando a sodomia. Veja, Alexandre o Grande, muito antes do apogeu de Roma, já elogiava o pequeno Reino de Roma, devido a tamanha disciplina rígida, militarista e religiosa. Os romanos levavam uma vida extremamente casta e sexualmente reprimida. Sabemos o que Roma fez e de seu legado. Ao final do corrompido Império, era comum uma centro de orgia em cada esquina com cetenas de pessoas trepando loucamente, seja com escravos, aristocratas com a plebe e todo o resto. A instituição familiar tinha sido praticamente destruída, taxa de natalidade praticamente nula. Homens se tornaram massas afeminadas que nem se quer formávamos exércitos. Vendia territória em troca de proteção a forças estrangeiras. Criaram até um imposto de solteiro para tentar revitalizar a natalidade, mas tudo em vão. O povo já estava degenerado. O problema do pós-modernismo não reside só no ultra-individualismo; reside no total afastamento de aspectos lógicos básicos, das realidades biológicas; enfim, de toda a realidade concreta. Vocês transformam delírios e abstrações pessoais em dogmas e os impõem a todos. O alicerce hoje é o do tudo pode, e quando se amarra em coisas fúteis, a vida se torna fútil também. Onde está teu coração ali estará também teu tesouro.

É sabido que as mulheres sempre exerceram trabalho fora do lar, participando do funções laborais, tal preceito da mulher exclusivamente de casa é algo que surgiu na era Vitoriana, mas a questão não é a função ou a independência, as mulheres podem trabalhar, ao meu ponto de vista, não vejo problema, mas existem razões e motivos claros que levam a mulher em sua ápice e ao homem também de formas diferentes. A vida é sobrevivência e as relações sociais de todas as civilizações se basearam nela, este não é o problema, o problema nasce do discurso fetichista de ver a mulher exercendo funções masculinas, do discurso que é a favor de jogar a mulher nas sarjetas da sociedade, na política, como se o lar fosse apenas para inválidas, e nas civilizações tradicionais de verdade, a via heroica da mulher sempre se baseou na devoção ao marido e também exercendo a maternidade, e só depois para o mundo, algo que não é mais compreendido pelo homem moderno devido ao afastamento espiritual e metafísico nas relações com a mulher, pois não é a toa que estes casais modernos se juntam e terminam a relação em menos de cinco anos, porque não compreendem a importância de receber da esposa um prato de comida, uma mesa arrumada no lar, crianças sendo bem cuidadas e tratadas, ter a mulher completamente disponível para o uso e prazer bem submissa, algo típico de homens que sentiam a profundidade da mulher que tinham, não estes que fetichizam elas como heroínas de Hollywood, Margaret Tachers da vida, pois aqueles homens que começaram com apoio e bases ao feminismo daquela época, tinham a mesma mentalidade, achavam que suas mulheres eram poucas aos seus olhos, não entendiam a profundidade da servidão delas, não sentiam suas mulheres, então começaram a achar que elas deveriam levar uma vida mais aventureira e masculinizada.

Tudo que importa é se os padrões comportamentais, se as decisões, se as ações contribuem para o fortalecimento de uma civilização ou se contribuem para seu enfraquecimento. O que as mulheres não entendem é que saíram da verdadeira liberdade para um cárcere privado. Aqueles que nos acusam de misoginia não podem compreender o quão profundamente nós amamos o sexo feminino. Pedimos apenas que as mulheres sejam mulheres. Os homens querem ser homens. Eles são consumidos com um insaciável desejo de liderar, proteger e servir suas mulheres. As mulheres querem ser mulheres. Para submeter aos homens que elas acham dignos, para guiar, inspirar e capacitá-los de inúmeras formas que eles nunca poderiam obter isoladamente. Como disse, cada lado tanto dá quanto recebe. Cada lado lidera e é liderado. Eles fazem um ao outro mais masculino e mais feminino. É uma absoluta e deliciosa mistura de desejos que deveriam, a princípio, conflitar, mas não.

Por Geon Tavares

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  • Matheus Carvalho

    Muito bom o texto! O paralelo com a história de Roma é de fato um aprendizado que o mundo pós moderno ignora.